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Lauro Sobral
Nova Friburgo (RJ)
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Lauro Sobral
Comentário ·
há 3 anos
O discurso proibicionista e a hipocrisia generalizada
Francisco Luciano
·
há 12 anos
Excelente Francisco. O lícito álcool mata 9 x mais do que TODAS as drogas ilícitas juntas, numa cifra assustadora de 80 mil mortes/ano, só no Brasil. No mundo, anualmente, são 3 milhões! E todos os anos! O tabaco mata mais uns 8 milhões de indivíduos, também TODOS os anos. O discurso carola de "precisamos conter as drogas", esconde uma preguiça intelectual em debater uma fiscalização eficaz sobre quem produz, distribui e vende qualquer substância que enseje dependência química, física ou psicológica, para mitigar eventual manipulação do produto e, também, exigir que cumpram a legislação em relação à menores de idade. A abordagem limítrofe, sempre, busca culpabilizar o usuário, o dependente, nunca quem despeja essas drogas no mercado de forma indiscriminada, bem ao estilo do capitalismo.
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Lauro Sobral
Comentário ·
há 4 anos
Modelo de Recurso Para Comissão de Heteroidentificação
Nayara Gonçalves Siqueira
·
há 7 anos
Nayara, primeiro parabéns pela solicitude em compartilhar conhecimento, sobretudo, informação que ajude no pleno exercício da cidadania. Depois, obrigado por trazer ao debate tema de suma importância à sociedade que se diz plural, mas arrasta correntes no sectarismo e preconceito, às vezes, com uma superficialidade indigente que só promove a desinformação. Tive um processo de heteroidentificação indeferido na UFRJ, agora em 2022, e sua postagem me abriu uma prerrogativa de reação, já que sou, de fato, filho de negra, com herança indígena, com branco, ambos nordestinos, tenho pele parda, cabelos crespos e toda uma série de vicissitudes na vida que a Lei
12.711
/12 tenta fazer alguma justiça. Obrigado. Paz, força e alegria.
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Lauro Sobral
Comentário ·
há 4 anos
Cotas Raciais: A comissão de Heteroidentificação afirma que não sou pardo ou preto. O que posso fazer?
BMEA Advogados
·
há 7 anos
Excelente posicionamento acerca do escopo e da missão das cotas raciais que é de EVITAR FRAUDES, não de entrar no mérito, puro e simples, de características raciais, sob o aspecto subjetivo de uma comissão de heteroidentificação. Obrigado.
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Francisco Luciano
Comentário ·
há 12 anos
O discurso proibicionista e a hipocrisia generalizada
Francisco Luciano
·
há 12 anos
Fabio,
A priori, posso afirmar que o tráfico de drogas inexistiria, uma vez que o mesmo advém da ilegalidade. Sem a criminalização, o tráfico não existe. A venda de entorpecentes certamente continuaria, e aí é onde o Estado deve intervir com políticas voltadas para a saúde pública, para a regulamentação do cultivo e venda destas drogas, etc., em vez de fazer uso do jus puniendi, como o faz no modelo adotado pelo Brasil, fomentando o extermínio de milhares de pessoas, sobretudo pobres e negros.
A mais, posso acrescentar que o Uruguai é um exemplo de país que adotou a política de descriminalização das drogas e com isso reduziu o índice de mortes oriundas do tráfico a 0%.
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Marcio Araujo
Comentário ·
há 7 anos
Cotas Raciais: A comissão de Heteroidentificação afirma que não sou pardo ou preto. O que posso fazer?
BMEA Advogados
·
há 7 anos
Estou em processo de classificação em concurso público. Já é a segunda vez que passo por avaliação de comissão de heteroidentificação. Na primeira fui reconhecido como pardo que sou. Agora com o fato do Corona Vírus a banca mudou o método pedindo o upload de documentos, fotos e um vídeo de identificação com uma autodeclaração, este último, o vídeo, que me causou dúvidas. Pois nele é pedido que o candidato diga o nome, o cargo concorrido e que diga os seguintes dizeres; "Sou negro, de cor preta ou parda." . Baseado nessa matéria, com as informações apresentadas, esse tipo de pedido ao candidato não seria uma seleção racial? Pois quem é pardo sabe que é pardo e quem é preto sabe que é preto. Sou afrodescendente, pardo, neto de uma avó negra, meu pai (filho) é pardo e minha mãe também. Gostaria de uma opinião sobre esse tipo de atitude, se é legal ou não. Obrigado!
Marcio Araújo
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